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quinta-feira, 29 de julho de 2010

O que passa pela cabeça do seu mascote?

Você sabia que seu bichinho pode passar por problemas pscicológicos?
Confira a matéria publicada o blog Donna e saiba como ajudá-los em situações assim.

                                                                                                                Foto: Divulgação



A cadelinha Paty, uma mistura das raças pinscher e dachshund (salsicha), sempre demonstrou ter instinto materno aguçado. Chegou a cuidar dos filhotinhos de uma outra moradora da casa como se fossem seus. Mais tarde, a cadelinha de 3 anos convenceu a família Castro — responsável por ela — de que estava prenha.

Foram quase dois meses de suposta gestação, com direito a sintomas clássicos, como crescimento da barriga e até produção de leite. No entanto, quando Paty daria à luz, o diagnóstico impressionou: a cadela passava por uma pseudogestação, também conhecida como pseudociese. Trata-se de distúrbio hormonal, diferente de problemas como depressão, medo e estresse, que são ligados ao comportamento.

Assim como Paty, muitas cachorrinhas se dedicam completamente a uma gravidez que não existe. Segundo a veterinária e especialista em comportamento animal Rúbia Burnier, a pseudogestação é causada pela persistência do corpo lúteo após a ovulação e pelo aumento de progesterona, mesmo sem a fecundação ter ocorrido.

– A cadela passa a apresentar os sintomas típicos de uma gestação, como ficar ansiosa, comer mais, ter distensão abdominal e ficar sonolenta – afirma a especialista.
Demonstrar posse e proteção exagerada, principalmente com objetos pequenos — sapatos, camisetas e bichinhos de pelúcia — também são sintomas de uma falsa gravidez.
De acordo com a veterinária, a melhor maneira de prevenir a falsa gestação é a castração — retirada do útero e dos ovários. É uma maneira de evitar o período de cio e favorece a cadela quando o dono não pretende que ela reproduza. Mas não há motivos para se preocupar com o emocional do animal em casos assim. 

– Não existe frustração da parte dela, como muitas pessoas acreditam. Fazê-la cruzar para ficar prenha não vai deixá-la melhor, isso se encaixa somente aos humanos – garante Rúbia.

Confira aqui os casos mais sérios e os principais distúrbios comportamentais dos cachorros.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Chá é bom pra cachorro


E para gato também. Pouca gente sabe, mas a fitoterapia pode fazer muito pela saúde dos animais


por Beth Fernandes

Se o bicho anda agitado, um bom chá de melissa pode deixá-lo calminho, calminho. Digestão difícil? Tente uma infusão de folhas de boldo. Agora, se o caso for um problema respiratório, a menta trará um alívio e tanto. Assim como a gente, os pets também saem ganhando com as plantas medicinais. Infusões ou mesmo cápsulas, não importa a forma — medicamentos fitoterápicos, 100% naturais, são cada vez mais adotados em clínicas veterinárias para curar desde feridas até dores articulares em animais domésticos.


Se o especialista indicar um chá, você só vai precisar de uma seringa. Já a cápsula pode ser misturada à ração. Vêm das plantas, também, as substâncias usadas em tinturas, óleos e pomadas.
"Geralmente o remédio tem boa aceitação", garante a veterinária Regina Motta, da clínica Homeo Patas, em São Paulo. As doses e a duração do tratamento variam de acordo com o tamanho do animal — e da encrenca.
Segundo o veterinário Marcos Fernandes, da Escola Paulista de Homeopatia, em São Paulo, o baixo custo dos fitoterápicos e a diminuição dos efeitos colaterais são as principais vantagens do tratamento. Os remédios costumam ser encontrados em farmácias especializadas ou de manipulação. "Por serem naturais, os princípios ativos são menos tóxicos e causam menor impacto no organismo", acredita a veterinária Regina.
Mas atenção! A prescrição do veterinário é indispensável. "Os fitoterápicos exigem os mesmos cuidados que as drogas alopáticas", alerta Valéria Oliva, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), em Araçatuba. "Se são utilizados da maneira errada, podem apresentar resultados indesejados", completa o professor veterinário Nilson Roberti Benites, da Universidade de São Paulo.

Homeopatia x fitoterapia
É fácil entender as diferenças entre as duas correntes
"A fitoterapia se vale apenas de plantas, enquanto a homeopatia utiliza também minerais e animais", esclarece o veterinário Marcos Fernandes, da Escola Paulista de Homeopatia, em São Paulo. E mais: o princípio ativo do remédio homeopático
é extremamente diluído. 

Os mais receitados
• Tintura de calêndula: Cicatrizante e anti-séptico de uso tópico
• Tintura de eufrásia: Usada como colírio contra conjuntivite
• Chá de camomila: Alivia cólicas
• Própolis: Para tratar problemas respiratórios ou irritações na pele
• Chá de boldo: Infusão contra problemas no fígado
• Passiflora e melissa: Contêm substâncias calmantes
• Chá de quebra-pedra: Previne a formação de pedras nos rins
• Arnica: Pomada de uso local, reduz inchaço e traumatismos
• Copaíba: Óleo cicatrizante e antibacteriano
• Menta: Infusão usada para inalação

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Cinomose

Diferente do que muitas pessoas pensam, a Cinomose também se manifesta em cães adultos. A transmissão direta é por secreções do nariz e boca de animais infectados (espirros e gotículas que saem do nariz quando se respira) é a principal fonte de infecção. O animal doente espirra e contamina o ambiente e os animais que estejam no local. Até mesmo nós, seres humanos, podemos transportar o vírus e passar para outros cães.
Febre, apatia, perda de apetite, falta de coordenação, vômito e diarréia são os sintomas dessa doença. Por isso muita atenção.
Infelizmente não há um medicamento específico para tratamento da cinomose, o que dificulta a cura. E vale ressaltar que mesmo depois do desaparecimento dos sintomas, o cão pode continuar repassando o vírus.
A melhor prevenção é a vacina, porém poucos são os cachorros vacinados contra a cinomose, no Brasil 1 a cada 5 cães.

Há uma campanha que aborda o assunto, "CINOMOSE, AQUI NÃO". Visite o site, divulgue para seus amigos e ajude a proteger nossos 'aumigos'.

terça-feira, 19 de maio de 2009

"Você tem escovado os dentes do seu cachorro?"

Nem sempre nos lembramos de escovar os dentes dele , como lembramos de escovar os nossos.

Os cachorros filhotes possuem 28 dentes de leite que começam a cair por volta dos 3 meses de idade, e, logo em seguida começam a nascer os permanentes que são 42. Bastante dente para ser ignorado, você não acha?

Os cachorros possuem placa bacteriana nos dentes como nós, se não os escovarmos. Antigamente, quando eram selvagens eles roíam ossos em demasia, o que deixava seus dentes mais limpos. Porém hoje em dia não é mais assim. Além daquele cheirinho quente e desagradável que vem de sua boca, o tártaro vai se acumulando principalmente nos caninos e molares, se não houver a escovação.

Claro que você não precisa escovar à cada refeição, porém se pelo menos a cada 2 dias você conseguir, será ótimo para a saúde bucal de seu amigo.

Você deve estar se perguntando como fazer isso, segue abaixo algumas boas dicas:

- Acostume seu cão primeiro: sente com ele, deixe-o calmo e vá passando seus dedos em sua gengiva. Na primeira vez ele pode estranhar mas em 2 ou 3 sessões já vai se acostumar. Não se esqueça de dar petiscos para reforçar o bom comportamento dele. Não tem problema sujar os dentes agora, afinal você não vai fazer isso ao final de toda refeição.

- Enrole uma gaze no seu dedo e massageie novamente a gengiva dele. Ele vai estranhar mais ainda por causa da gaze. Ao final, o elogie e dê seus petiscos favoritos.

- Você pode utilizar aqueles líquidos orais só que próprios para cachorros. Coloque a gaze neste líquido e passe nos dentes do seu cachorro. Eu prefiro fazer isso com água mesmo.

Pronto! Os dentes estarão limpos. Se der, passeie com ele depois da higiene bucal que ele vai adorar todas as vezes que você escovar seus dentes.

Ah! Vale a pena lembrar para você NUNCA usar pasta de dente ou anti-séptico de seres humanos no seu amigo, ok?

Por Guilhermo Coelho

Postado por Andrini Vieira

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Alimentos que NÃO podem ser ingeridos pelos cães

Bebidas Alcoólicas
Muitas vezes são adocicadas e podem atrair cães e gatos, mas podem induzir uma intoxicação séria e às vezes fatal.
Sinais e efeitos colaterais: Descordenação, Excitação, Depressão, Urinar excessivamente, Respiração lenta, Ataque cardíaco e morte.

Abacate
Folhas, semente e a fruta do abacate contem uma substância tóxica chamada persina. Pode causar desarranjo gastro-intestinal.

Café (todas as formas)
Café contem componentes perigosos chamados xantinas que podem causar danos ao sistema nervoso e sistema urinário além de ser um estimulante cardíaco.

Cascas de batatas
Batatas e tomates contem uma substância chamada solanina e outro alcalóides. Se ingeridos em grande quantidade, podem gerar salivação excessiva, desarranjo do trato gastrointestinal, perda de apetite, depressão do sistema nervoso central e outors sintomas. Evite.

Cebola
Cebolas contme tiosulfato. Cachorros sensíveis a cebola podem desenvolver anemia. Felizmente todos os cachorros se recuperam quando não ingerem mais cebola.

Chocolate (todas as formas)
Chocolate contem teobromina, um composto diurético e estimulante do coração.
Sinais: Excitação inicial, beber e urinar excessivamente, vômito e diarréia. Chocolate pode causar ritmo cardíaco acelerado, podendo levar a convulsões ou mesmo morte.

Comidas estragadas ou mofadas
Muitos tipos de mofo contem uma toxina chamada aflatoxina. Pode causar vômito/diarréia, tremores musculares, descordenação, febre, salivação excessiva e danos ao fígado.

Comidas gordurosas
O problema principal destes alimentos é um desarranjo gastrointestinal e, em alguns casos pode culminar em uma pancreatite. Pode ser fatal em alguns animais e é quase sempre causado por comidas muito gordurosas como bacon.

Noz macadâmia
A macadâmia contem uma toxina desconhecida que pode afetar os músculos, o sistema digestivo e o sistema nervoso de cachorros. Já foram registrados casos de paralisia.

Uvas e uvas passas
Existem casos registrados de apenas 6 (seis) uvas ou passas causando insuficiência renal aguda. A toxina não foi identificada ainda.


Por Guilherme Coelho.



Postado por Andrini Vieira

domingo, 3 de maio de 2009

GESTAÇÃO DOS CÃES

A gestação nas cadelas dura em torno de 58 a 63 dias. Esse tempo é influenciado por diversos fatores como por exemplo, número e tamanho dos filhotes. A gestação pode ser confirmada por ultra-sonografia, que também mostrará o número de fetos e sua posição no útero. Também importante para o acompanhamento do desenvolvimento dos fetos.
O diagnóstico através de palpação pode ser feito a partir dos 30 dias. Com 35 dias já se observa o desenvolvimento das glândulas mamarias, que ficam rosadas e túrgidas. Nessa fase já há aumento acentuado de peso.Com 40 dias o abdome já está aumentado.
Aos 45 dias o RX já evidencia ossos da cabeça, vértebras, costelas e ossos longos dos membros.
Com 49 dias a cabeça dos fetos já é bem palpável e há grande aumento nas glândulas mamarias.
A partir da 8a semana de gestação, o movimento dos filhotes já pode ser visto quando a cadela está deitada. Os filhotes já podem nascer de forma segura. 1 semana antes do parto, principalmente nas fêmeas em primeira gestação, ocorre secreção aquosa nas glândulas mamarias.
Nas 3 ultimas semanas de gestação sua alimentação deve ser reforçada. O uso de ração balanceada de boa qualidade e de formulação para filhotes e fêmeas em gestação, é a melhor forma de garantir os nutrientes necessários, sem a necessidade de suplementos extras.
Durante a gestação, devido a ação da progesterona, o tempo de esvaziamento gástrico da cadela aumenta, mas ao mesmo tempo a motilidade gástrica diminui, conforme o estômago é deslocado pelo útero em crescimento. Portanto o ideal é que se forneça a alimentação em pequenas porções várias vezes ao dia, facilitando a digestão. É normal que no final da gestação a cadela perca o apetite, principalmente quando está próximo da hora do parto.
Duas semanas antes do parto prepare o local onde a cadela irá ter seus filhotes e a estimule a deitar e dormir lá. Isso a deixará mais segura na hora do parto.


POSTADO POR GRASIANE
Foto: natgeo.com.br
Ilustração: vira-lata.org

SAUDE E DOENÇAS

Amiguinhos, agora falaremos de um assunto muito importante: a vacinação. Se você leu minha história, notou que iniciei meu ciclo de vacinas aos 2 meses de idade. Alguns veterinários aconselham iniciarem aos 45 dias de vida, outros, aos 3 meses.

Abaixo, descrevo como foram minhas vacinas.
2 meses - 1ª dose da vacina óctupla (V8)
3 meses - 2ª dose da vacina óctupla (V8)
4 meses - 3ª dose da vacina óctupla (V8) e primeira dose da anti-rábica

Anualmente retorno ao veterinário para reforço das vacinas
Em todas às idas ao veterinário passei por exame geral e minha mamãe aproveitou para tirar todas as dúvidas sobre meu desenvolvimento.
Com essas vacinas meu organismo estará protegido contras as seguintes doenças: Cinomose, Coronavirose, Hepatite (adenovirose I), Adenovirose II, Leptospiroses, Parvovirose e Parainfluenza. A vacina contra a raiva é outra específica, a anti-rábica. Além disso, mamãe tirou dúvidas sobre uma outra doença que deixa os donos muito apreensivos, principalmente quem viaja para o litoral com seus amiguinhos peludos:
Previna-se!
Cuidado com a "dirofilariose canina"


Abaixo uma breve descrição dessas terríveis doenças:

Parvovirose: causada por um vírus que produz gastroenterite hemorrágica, ou seja, o cachorro tem vômitos graves, diarréia com sangue e uma severa desidratação. Isso pode até matar os filhotes. Seu cão poderá adquirir a parvovirose quando estiver em contato com local onde há vírus se, por exemplo, lamber alguma área onde outro bicho doente eliminou as fezes.

Coronavirose: produzida também por um vírus, causando gastroenterite, com sintomas de vômitos e diarréia, muitas vezes sem sangue. A forma de contato é a mesma da parvovirose.

Hepatite infecciosa: provoca nos cães vômitos, diarréia e falta de coordenação, levando o animal à morte. Causada por vírus com transmissão oronasal, ou seja, além de ingerir material contaminado, pode-se infectar por partículas de vírus presentes no ar.

Raiva: causada por vírus transmissível por meio da saliva de um animal infectado. Leva à morte animais e seres humanos. A raiva é transmitida pela mordida de um animal raivoso.

Leptospirose: causada pelas bactérias Leptospira spp, provoca lesão hepática aguda, com febres altas, apatia e muitas vezes icterícia (amarelamento da pele e das mucosas). E tem mais um agravante: essa doença é transmissível aos homens e outros animais. O cão pode ser infectado pela urina contaminada , principalmente de ratos. Nesse caso, o cãozinho ingere a urina contaminada ou, nos casos mais comuns, o rato urina na ração ou na água do animal. Existe a possibilidade de infecção por meio da pele.

Cinomose: causada por um vírus que provoca sintomas de doenças do trato respiratório e, em seus estágios mais avançados, apresentam sintomas nervosos, como falta de coordenação, ataques epiléticos e tiques nervosos. O contágio acontece por meio de partículas de aerossóis que estão presentes em ambiente infectado.

Parainfluenza: É um dos agentes causadores da chamada "tosse dos canis". O vírus, não contagioso ao homem, causa uma tosse não produtiva (sem catarro), com febre baixa ou ausência dela. O quadro persiste por 2 semanas e o prognóstico é bom. Os animais se contaminam pelo contato direto com cães infectados. O período de incubação é de nove dias. A associação de outros agentes (bordetella, adenovirus ou mycoplasma) com a parainfluenza é comum, e pode causar um quadro mais severo, como perda de apetite, apatia, tosse dolorosa e febre alta.

sábado, 2 de maio de 2009

ENTREVISTA

Desde 1998 uma resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária condena o corte de orelhas, cordas vocais e unhas de cães e gatos. O corte de rabo ainda não está proibido embora eles não recomendem.
Infelizmente, as práticas ainda existem. E os indefesos animais acabam sendo mutilados por causa da vaidade de seus donos.



Confira a entrevista com a veterinária Susana Santos sobre o assunto.

PV: A caudectomia não é recomendada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, mas ainda não está proibida. Como você, profissional da saúde vê essa prática?
SS: A caudectomia (corte da cauda) deveria ser proibida assim como a conchectomia (corte de orelhas), cordectomia (cirurgia para animal não latir) em cães e a onicectomia (amputação das unhas) em felinos. A caudectomia não traz nenhum benefício para o animal, apenas visa a estética. A caudectomia se tornou um procedimento tão corriqueiro que muitas pessoas praticam em casa mesmo. Eu não faço a caudectomia, pois acho um sofrimento desnecessário ao animal.

PV: Como funciona o procedimento de uma caudectomia?
SS: É feita anestesia local, amputação e pontos.

PV: Já atendeu algum caso de mutilação doméstica mal sucedida, onde teve que interferir para salvar o animal?
SS: Não.

PV: A conchectomia e a cordectomia são proibidas, mas sabe-se que ainda é feita. Qual a punição para os profissionais que desrespeitarem a norma?
SS: O texto da Resolução n° 877 diz que os casos de práticas proibidas serão avaliados pela Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (Cebea) e submetidos a apreciação do plenário do CFMV.

PV: Existe algum órgão no qual a sociedade possa fazer denúncias?
SS: As denúncias podem ser feita no Conselho Regional de Medicina Veterinária de cada estado.

PV:Quais os riscos que essas mutilações podem causar aos animais?
SS: Se forem realizadas de forma inadequada, podem resultar em estresse ao animal e infecções, que dependendo do grau podem levar o animal à morte.

PV: Existem muitos donos que procuram essas práticas?
SS: Sim, pricipalmente a caudectomia e a conchectomia em Pitt Bulls.

PV: Na sua opinião o que leva um dono a mutilar seu animal de estimação?
SS: No caso da caudectomia e conchectomia, apenas a estética. Cordectomia e onicectomia servem para evitar incômodos ao proprietário, que são naturais dos animais. De qualquer maneira, no momento em que um cão ou gato é adquirido, o proprietário deve estar ciente de seus hábitos.


Para denunciar: fiscalizacao@crmvsc.org.br ou (48)3232-7750

Postado por Andrini Vieira

terça-feira, 14 de abril de 2009

Médicos dão dicas para convívio de cães com crianças alérgicas

Foto: Divulgação / Novo integrante da Casa Branca, Bo, conhecendo sua família.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cumpriu recentemente a promessa de campanha e deu um cãozinho de presente para suas duas filhas. O animal escolhido vai se chamar Bo e é um cão d'água português, conhecido por soltar poucos pelos. O detalhe da pelagem do cachorro é importante pelo fato de a filha de Obama, Malia, de 10 anos, ser alérgica. A médica alergologista Maria de Fátima Fernandes dá dicas de como o convívio de um cão e uma pessoa alérgica pode ser saudável.

Ao contrário do que se imagina, a presença do cão na vida de uma criança alérgica pode ser positiva e não precisa ser evitada. "O que se recomendava era o afastamento de uma pessoa com alergia do convívio com um cachorro. Hoje, estudos mostram que isso não é mais necessário, pelo contrário, pode estimular o organismo a se defender de outras alergias", disse a médica Maria de Fátia Fernandes, diretora da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai).

Segundo ela, é preciso que a família tome alguns cuidados básicos com os animais em caso de uma criança ser alérgica a pelos de cachorros. "No caso de crianças terem testes de alergia confirmados, é recomendado que os animais não tenham tanta intimidade com a criança, como ficar no quarto, na cama ou perto das roupas"

De acordo com a diretora da Asbai, os principais sintomas que uma pessoa tem quando é alérgica ao pelo do cão são urticárias de contato, asma e rinite. Ela recomenda que se escolha animais de pelos curtos, que a criança evite beijar e trazer o cão perto das vias respiratórias e que se mantenha os pelos dos animais sempre limpos, evitando o acúmulo de ácaros na pelagem.

Teoria da Higiene

Maria de Fátima disse ao G1 que os cães podem ajudar a reduzir os casos de alergia. "Os trabalhos mais recentes mostram que, se a criança (alérgia ou com potencial de ser alérgica) tive contato com animal doméstico, terá chance de desenvolver menos alergia. Isso se explica pelas bactérias que os cães deixam no ambiente, que não provocam doenças aos humanos, mas estimulam positivamente o sistema imunológico."

Para o médico João Ferreira de Melo Júnior, responsável pelo laboratório de alergia em otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas, os cuidados com crianças que já possuem diagnóstico de alergia a pelos de cães deve ser maior. "A Teoria da Higiene, que trata, de forma simplificada, da aproximação de cães a pessoas com alergia, ainda não foi comprovada e não se mostrou eficaz ainda".


Cuidados e efeito psicológico

Se a criança for alérgica ao ácaro, por exemplo, o cuidado será apenas o de se evitar que o pelo do animal armazene os ácaros. "Existe um balanço entre a parte do sistema imunológico que produz alergia e a que produz imunidade. A alergia é uma reação exagerada do organismo", afirmou Maria de Fátima.

As crianças com predisposição a ter alguma alergia, podem diminuir a incidência de doenças alérgicas em contato com animais de estimação, como o cão, ainda quando bebês. "São estudos ainda em andamento, mas que levam para essa conclusão", disse a médica alergologista.

A presença do cachorro na vida de uma criança pode desenvolver uma estabilidade emocional. "Isso é positivo, pois o fator psicológico é um agravante do quadro de alergia. Se a criança estiver desequilibrada psicologicamente poderá ter mais crises alérgicas", afirmou Maria de Fátima.

Melo Júnior concorda que o animal de estimação possa favorecer a criança em termos psicológicos. "Apesar disso, se ela já tiver indicativos de que tem alergia ao pelo do cachorro, o ideal é o afastamento. Se isso não for possível, o animal terá de ser mantido limpo, evitando o contato da criança com o ácaro, por exemplo, e diminuir o convívio com o cachorro".

Fonte G1

Postado por Débora Kellner


domingo, 12 de abril de 2009

O banheiro deles



Nossos amigos tem uma certa dificuldade para se organizarem no que diz respeito às suas necessidades fisiológicas.


Tem cães que desde cedo aprendem e é uma maravilha, porém alguns deles não aprendem nunca!!!
Mas o que fazer???
Brigar, bater não adianta. É preciso amor no aprendizado.

O aprendizado consite em duas fases, a de mostrar ao cão que existe um lugar para isso e a de mostrar que lugar é este. Até os quatro meses de idade os cachorros aprendem com maior facilidade.

Os filhtes urinam e defecam geralmente 6 minutos depois de ser alimentado. Já os adultos geralmente é 15 minutos depois.

Algumas pessoas se perguntam porque eles urinam quando chegamos em casa. Mas calma! Isso não é motivo de irritação, punição ou broncas. Eles fazem isso por submissão ou excitação em vê-lo. Para solucionar esse problema o indicado é ignorar o "aumigo" por cerca de 10 minutos antes de sair ou de chegar em casa.

A troca de ração pode interferir no controle das necessidades deles. O ideal é fazer a troca aos poucos, misturando a antiga com a nova, aumentando sempre a nova para ele se adaptar.

Se o danadinho insite em fazer em um lugar que não é legal, coloque o prati de ração no local "marcado". Ele jamais fará suas "sujeirinhas" no lugar que come.

Existem alguns produtos que podem ajudar nesse treinamento. Gotinhas que se pingam em um lugar específico para marcar o lugar do banheiro dele. O produto possui um cheiro que atrai o animal. Mostre para seu cão, o ideal é pingar em um jornal e sempre elogiá-lo ao fazer no lugar certo. Ao contrário deste, existe um eliminador de odores, ele funciona de maneira contrária, é indicado para aqueles que insitem em deixar sua marquinha na casa toda. Já existem tapetes, que são como uma fralda descartável, eles também pssuem um cheiro que atrai o animal, esse é indicado para filhotes e machos, pois é colante e ajuda o amigo quando ele começar a erguer a patinha.



Os cães não devem ser tratados como crianças. Brigar, bater, deixar de castigo, nada disso funciona! Os cães não tem noção de tempo, por isso se não pegarmos no ato não adiantará.

Os cães que não foram socializados, ou seja, que sempre foram criados sozinhos como se não existisse nenhum outro no mundo tem dificuldade em fazer suas necessidades na rua por medo de deixarem seu cheiro.


Postado por Andrini Alves Vieira

sábado, 11 de abril de 2009

sábado, 4 de abril de 2009

Saúde Bucal


O "bafinho tem solução"!!!
E nossos amiguinhos devem aprender desde cedo a escovar os dentes. Os donos devem incentivá-los pois a escovação é muito importante. Além do odor desagradável, a falta de higiene cria um acúmulo de tártaros que desenvolve gengivite e periodentite, que é a doença periodental. Ela pode causar problemas cardíacos e renais ao cão.



A seguir um vídeo produzido peloVila dos Cães.
Postado por Andrini Vieira